A Índia autorizou a importação de maçã fresca do Brasil e Santa Catarina deve ser um dos mais fornecedores da fruta

Índia autoriza importação de maçã fresca de Santa Catarina

Fruticultores catarinenses estão de olho no mercado indiano. A Índia autorizou a importação de maçã fresca do Brasil e Santa Catarina deve ampliar ainda mais as vendas para o país. A partir de agora, para o controle de pragas, as empresas exportadoras podem realizar o tratamento a frio em pré-embarque e em trânsito, por 40 dias, nos carregamentos de maçãs oriundas do Brasil e não mais utilizar o brometo de metila.

Prevendo o aumento nas exportações catarinenses de maçã, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) irá auxiliar o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) na fiscalização dos requisitos de tratamento realizados pelas empresas exportadoras, principalmente nas regiões de Fraiburgo e São Joaquim.

A Índia já dá sinais de que pode ser um mercado promissor para as maçãs catarinenses. De janeiro a julho deste ano, o estado exportou 41 toneladas da fruta para aquele país – o dobro do que foi exportado no mesmo período de 2016. “Estou convicto que já em 2018 a Índia será o maior destino de nossas exportações de maçãs frescas”, diz o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), Moisés Lopes de Albuquerque.

Antes da nova regulamentação, as maçãs enviadas para a Índia deviam passar por um tratamento pré-embarque com brometo de metila, substância potencialmente danosa ao meio ambiente e de uso restrito a determinadas situações. A autorização para aplicar o produto era renovada anualmente, o que trazia insegurança para os exportadores.

Nos últimos anos, o principal destino das maças brasileiras foi Bangladesh. Com a retirada do entrave fitossanitário, estima Albuquerque, o Brasil deverá ter um crescimento relevante nas exportações para o mercado indiano.

Produção

A produção brasileira safra 2016/2017 foi de 1,3 milhão de toneladas. Santa Catarina e Rio Grande do Sul são os grandes produtores de maçãs, seguidos pelo Paraná. A região Sul produz 98% da safra nacional da fruta.

Até julho deste ano, o Brasil embarcou 55 mil toneladas, com divisas de US $ 42 mil. Os principais compradores da maçã brasileira são Bangladesh – em média 35% do volume total exportado -, Irlanda, Portugal, Reino Unido, França, Rússia, Espanha, Emirados Árabes Unidos, Países Baixos (Holanda), Suécia, Arábia Saudita e Índia.

 

 Por Assessoria de Imprensa

CMN revê medidas para acesso ao crédito rural

Após reunião realizada ontem (28/8), o Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou a Resolução nº 4.597/17, que alterou regras do crédito rural que prejudicavam o setor cooperativista.

As alterações atendem as demandas apresentadas pelo deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC), que juntamente com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), encabeçou reuniões no Banco Central, buscando retomar os benefícios conquistados pelas cooperativas e em vigor até o último Plano Agrícola e Pecuário.

Confira os principais pontos que fazem parte da resolução.

  1. Lista de Cooperados

Não haverá lista prévia no SICOR.

As cooperativas deverão apresentar plano ou projeto detalhando a compatibilidade do crédito com a demanda apresentada e a capacidade operacional.

Após o fornecimento dos insumos aos cooperados, a cooperativa enviará para a instituição financeira (IF) até o quinto dia útil de cada mês a lista com nome e CPF dos cooperados que adquiriram.

A IF inserirá essa lista no SICOR, sensibilizando o limite do produtor.
A nova Resolução define prazo de 180 dias para reutilização do crédito para aquisição de insumos para fornecimento aos cooperados.
Alteração de 60 para 120 dias o prazo de fiscalização para os “demais financiamentos” do MCR2-7-2e.

  1. Operações de comercialização com recursos à vista

Será permitido que as seguintes operações de comercialização sejam feitas com Recursos à Vista:

Adiantamento a cooperados por produto entregue a venda (estocagem para cooperativas de produção) – 9,0% a.a.;

Desconto de Duplicata Rural e Nota Promissória Rural – 9,0% a.a.;

FEE/FEPM (estocagem para produtores rurais) – 8,5% a.a. (mesma taxa das operações com equalização de taxa de juros).

  1. Operações de industrialização com recursos à vista

Será permitido que as seguintes operações de industrialização sejam feitas com Recursos à Vista:

Industrialização para produtores rurais – limite de R$ 1,5 milhões;

Industrialização para cooperativas de produção – limites já estabelecidos variando entre R$ 100 mi e R$ 400 mi, dependendo do faturamento.

A taxa de juros para ambas as linhas será de 9,0% a.a.

  1. Subexigibilidade, faculdades e limites com recursos à vista

Foi eliminada a Subexigibilidade para Cooperativas.

Foi eliminada a trava de 25% para aplicação com Cooperativas de Produção.

Foi eliminada a trava de 5% para custeio de regime de integração.

  1. Limite para integradoras

Foi mantido o limite de R$ 400 milhões e eliminado o cronograma de redução.

Foram estabelecidos limites diferenciados por produtor para avicultura (R$ 110 mil e R$ 200 mil, no caso de mais de uma cultura) e suinocultura (R$ 150 mil).

  1. Taxas de juros com recursos à vista

Como os Recursos à Vista eram destinados apenas ao custeio, havia uma cláusula que permitia que a IF reduzisse a taxa de juros caso o produtor apresentasse mecanismo de proteção de preço.

Em função da inserção de novas modalidades de financiamento com Recursos à Vista, tal cláusula foi ajustada, permitindo que a redução dependa de negociação entre a IF e o produtor, a semelhança do que já existe na LCA.

  1. Limite por CNPJ para cooperativas de produção

Foi elevado o limite de R$ 600 mi para R$ 800 mi por ano agrícola com Recursos à Vista e eliminado o cronograma de redução.

Esse limite foi ampliado, pois abarcará operações de custeio, comercialização e industrialização.

  1. Aquisição dos insumos 180 dias antes do financiamento

Houve prorrogação em julho de 2017, mas abrangeu apenas um pedaço do ano agrícola.

Foi prorrogada a validade dessa regra até junho/2018, permitindo que ao longo da safra 2017/2018 os produtores e cooperativas continuem utilizando notas fiscais de insumos adquiridos até 180 dias antes do financiamento.

OCB, Frencoop e Banco Central discutem ajustes no PLP 100/11

A possibilidade de cooperativas de crédito poderem gerir recursos de prefeituras e de outros órgãos municipais foi o tema principal da reunião realizada nesta terça-feira, entre representantes do Banco Central do Brasil (BCB) e diretores da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). O encontro objetivou a realização de pequenos ajustes no texto do Projeto de Lei Complementar (PLP) 100/2011, que aguarda votação no plenário da Câmara dos Deputados, em regime de urgência.

O PLP 100/2011 possibilita que milhares de municípios brasileiros sejam alavancados por meio das cooperativas de crédito, que poderão gerir as disponibilidades de caixa de entes públicos municipais, ou seja, administrar os recursos não carimbados de prefeituras, como a folha de pagamentos de servidores públicos e recursos arrecadados de IPTU, IPVA e ISS, dentre outros.

A matéria, além de incentivar a livre concorrência entre instituições financeiras para o recebimento de verbas federais, promove, por meio das cooperativas de crédito, a utilização dos recursos arrecadados pelos municípios na própria comunidade, evitando a evasão de divisas de pequenos e médios municípios para grandes centros urbanos. Ou seja, ganham todos: as prefeituras, as cooperativas e a própria comunidade.

FAVORÁVEL

Abrindo a reunião, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, destacou a importância do cooperativismo de crédito não só para os produtores rurais e demais atores do setor agropecuário, mas também para o acesso ao crédito a pequenos e médios negócios nas cidades.

Sobre o entendimento do órgão a respeito do PLP 100/2011, o presidente do Banco Central apresentou posicionamento favorável ao projeto, apenas com a sugestão de se acrescentar um dispositivo que permita ao Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentar a relação entre cooperativas de crédito e entes públicos municipais, para trazer segurança jurídica a estas operações.

O deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC) defendeu que o texto do projeto deve assegurar que a regulamentação do CNM não se torne um impeditivo para a contratação de cooperativas em municípios que já tenham bancos oficiais.

TRAMITAÇÃO

Após a aprovação de requerimento de urgência no plenário da Câmara, em maio de 2017, com 345 votos favoráveis e apenas 8 contrários, a matéria deve entrar na pauta de votação nas próximas semanas, após o debate sobre a reforma política.

Com Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB)

Foto: Reunião Banco Central

Colatto sugere uso dos dados do CAR no Censo Agropecuário

O deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), coordenador de Meio Ambiente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), sugeriu ao coordenador de Recursos Naturais e Estudos Ambientais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), David Monteiro, que os dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR) sejam aproveitados no Censo Agropecuário que será realizado ainda em 2017.

Monteiro representou o presidente do IBGE, Roberto Olinto, na reunião-almoço desta terça-feira (29/8) da Frente Parlamentar da Agropecuária e pediu o apoio dos parlamentares ao censo. “Com dados, há a possibilidade de pensar no futuro. O país tem necessidade de realizar censos de forma mais sistemática a fim de ajudar na pesquisa agropecuária contínua”, afirmou Dias.

Segundo Colatto, as informações do CAR são obtidas via satélite e podem garantir dados confiáveis. O último censo agropecuário, realizado em 2006, é um levantamento de informações sobre estabelecimentos agropecuários, florestais e aquícolas de todos os municípios do país. O objetivo é atualizar dados de censos anteriores, fornecer informações sobre aspectos econômicos, sociais e ambientais da atividade agropecuária. As estatísticas são uma ferramenta fundamental para o planejamento das ações da agropecuária nacional.

Assessoria de Comunicação FPA

Foto: FPA

Santa Catarina incentiva a cobertura dos pomares de maçã

Maior produtor brasileiro de maçã, Santa Catarina sofre com as intempéries climáticas que comprometem as safras, principalmente o granizo. A cobertura dos pomares minimiza essas perdas e protege as plantas para as safras seguintes. Para incentivar os fruticultores a investirem na instalação de telas antigranizo, a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca criou o Programa de Subvenção para Cobertura de Pomares de Maçã, Frutas de Caroço e Uva.

O granizo é hoje o principal flagelo dos fruticultores catarinenses e a cobertura de pomares é uma forma eficiente de proteger a produção e que pode dispensar até mesmo o uso de seguro agrícola. Com o Programa de Cobertura de Pomares, a Secretaria da Agricultura paga os juros dos financiamentos contraídos para instalação das telas antigranizo. Os produtores podem contrair financiamentos de até R$ 120 mil e o limite para a subvenção é de juros até 2,5% ao ano.

O secretário da Agricultura Moacir Sopelsa explica que o Programa atende uma demanda dos produtores e garante a proteção duradoura dos pomares. “A cobertura dos pomares protege os pomares durante até 18 anos e não apenas uma safra. É uma tranqüilidade para os fruticultores, que por muitas safras amargaram prejuízos devido ao granizo”, afirma.

Lembrando que o Programa atende também produtores de uva e de frutas de caroço. Os fruticultores interessados em saber mais sobre o Programa podem procurar a Epagri do seu município.

Maçã

Santa Catarina é o maior produtor nacional de maçã e encerrou a última safra com crescimento na produção. Ao todo foram colhidas 591,2 mil toneladas da fruta em 16.423 hectares plantados.

A produção catarinense está concentrada em municípios como São Joaquim, Fraiburgo, Bom Jardim da Serra e Bom Retiro. A cadeia produtiva conta com três mil fruticultores e o Valor Bruto da Produção Agropecuária de maçã chegou a R$ 551,2 milhões em 2016.

Por Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca

Perboni em São Joaquim é a primeira empresa de frutas a receber o Selo de Conformidade da Cidasc

Qualidade reconhecida pelo selo

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc realizou nesta segunda-feira, 14, a solenidade de entrega do Certificado de Concessão para a empresa Perboni & Perboni Ltda. Especializada no processamento de maçã, ameixa e pera no estado, a marca conquistou o Selo de Conformidade Cidasc – SCC, certificação que regulamenta o processo de transformação e produção de alimentos em Santa Catarina. O evento ocorreu na sede da empresa, em São Joaquim.

Diversas autoridades participaram do evento, entre elas, o Presidente da Cidasc, Enori Barbieri; a secretária executiva da ADR de São Joaquim, Solange Scortegagna Pagani; o diretor administrativo da Perboni & Perboni, Cleber Andrade de Souza; o gerente de produção da Perboni & Perboni, Rosmar Kern; e o vice-prefeito de São Joaquim, Maurício Yamashiro,

O presidente da Cidasc, Enori Barbieri reforçou a importância da certificação para um mercado cada vez mais exigente. “Parabenizo a Perboni, que passa a ter um diferencial a mais e que, não tenho dúvidas, de que trará resultados muito positivos para a empresa. Também não posso deixar de registrar o trabalho desenvolvido pela nossa equipe da Cidasc”, enfatizou.

A secretária executiva da ADR, Solange Scortegagna Pagani destacou o trabalho desenvolvido pela Cidasc e parabenizou a Perboni pela conquista. “Todo esse processo do Selo de Conformidade agrega ainda mais valor a nossa fruta que já é reconhecida no Brasil”, afirmou.

O diretor administrativo da Perboni & Perboni, Cleber Andrade de Souza agradeceu a confiança da Cidasc e daqueles que acreditam na empresa. “A partir de agora nossas caixas estarão levando para todo o país, a bandeira de Santa Catarina e a marca da Cidasc, colocando na mesa do consumidor brasileiro, uma maçã com qualidade e mais segurança”, ressaltou.

Em 2017, a unidade de São Joaquim da Perboni pretende processar 17 mil toneladas de maçã. Instalada no município há sete anos, possui aproximadamente 100 colaboradores, e conta com 80 produtores parceiros. Atende principalmente os mercados de Brasília, Goiânia, Recife, Fortaleza e Juazeiro.

A Perboni é a quarta empresa que recebe o Selo neste ano, mas no segmento de frutas é a primeira a conquistar o SCC. As empresas de São Joaquim Serra Frutas, Frutas de Ouro e Cooperserra já estão passando pelo processo para a obtenção da certificação.

 

Selo de Conformidade Cidasc

Desenvolvido pela equipe técnica da Divisão de Classificação de Produtos de Origem Vegetal  – Dicla do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal da Cidasc, o SCC presta suporte às indústrias que se dedicam à produção, processamento e comercialização de produtos de origem vegetal, visando à oferta de alimentos mais seguros aos consumidores e fortalecendo as marcas catarinenses.

De acordo com a Gestora Estadual da Dicla, Valdirene Régia Bizolo Sommer, o processo de adequação leva em média um ano. Por meio de visitas técnicas, os profissionais da Cidasc identificam irregularidades no processo de fabricação e atuam em conjunto com as indústrias para adequá-las às normas vigentes.

O Selo precisa ser renovado de seis em seis meses, por meio da realização de uma nova auditoria na empresa que identificará oportunidades de melhoria na produção.

 

Para participar ou solicitar mais informações

Você pode entrar em contato com a Divisão de Classificação Vegetal da Cidasc pelo telefone (48) 3665-7081. Também é possível conhecer melhor as etapas da certificação no site da Companhia. Para saber mais sobre as ações da Cidasc no âmbito da classificação vegetal, clique aqui.

 

Por Elenise Melo Nunes – Assessoria de Imprensa ADR São Joaquim

 

Abertura nacional da Colheita da maçã 2017 – Variedade Fuji terá a presença do Governador Raimundo Colombo

AMAP –  Associação dos Produtores de Maçã e Pera de Santa Catarina, juntamente com a ABPM, Governo do Estado, Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores, FAESC, SENAR, Epagri e Cidasc estão promovendo a I Solenidade de Abertura Nacional da colheita da maçã 2017  – Variedade Fuji no município de São Joaquim.

O evento está marcado para acontecer nesta próxima sexta-feira dia 24 de Março, às 4h45min no pomar da Agro Comercial Zandonadi,  á cerca de 2 quilômetros do centro da cidade.

A cerimônia contará com a presença do Governador Raimundo Colombo  com diversos deputados, autoridades do Estado, do Brasil e diversas lideranças do setor.

Entre os objetivos da solenidade é demonstrar o grande potencial que o setor da maçã tem em São Joaquim principalmente em produção e qualidade de frutos, algumas reivindicações de produtores também serão encaminhadas para as autoridades presentes, para que sirvam de arrimo para produção da maçã em São Joaquim e região.

A História da AMAP

A Associação foi fundada em 20 de setembro de 1999, como Associação dos Produtores de Maçã e Pêra da Região de São Joaquim, verificando uma necessidade de representação dos produtores e de anseios regionais dos produtores, onde teve como primeiro presidente o Sr. Giovane Rosa Oliveira, e diretores: Adair Mendes, Fumio Hiragami, Humberto Briguenti, Lauro Sato, Celso Yoshioka, Marcelino Furihata, José Itamar Boneti, Renato Sander e Luiz Gonzaga Ribeiro.

Em 31 de maio de 2004, após um período  sem atividades da Associação , foi aberta uma Assembléia Geral com a finalidade de aderir novos sócios e formação de nova Diretoria. A qual teve como presidente o Senhor Rogério Pereira e os Diretores: Antônio Carlos Anselmo, Salvio Rodrigues Proença, Carlos Alberto de Bem, Ricardo Alexandre Nunes Borges, Luiz Gonzaga de Souza, Jonas Alberto Zandonadi, Breno Bessa Cesar Dutra, Lucio Martins Nalepa, Volnei Donizete Nunes, Julio Cesar Waltrick, Atila Julian de Oliveira, Valter Mariano, Eudio Camargo de Andrade e Matuzalem Ioshpe. No dia 20 de Junho de 2004 foi aprovada a logomarca AMAP .

Em 03 de julho de 2006 foi reeleita a maioria da diretoria atual com o Senhor Rogério Pereira de Presidente e os Diretores: Antônio Carlos Anselmo, Salvio Rodrigues Proença, Marcone Camargo Barbosa, Marcelino Kiyoshi Furihata, Laurides Pedro Madeira, Carlos Alberto de Bem, Ricardo Alexandre Nunes Borges, Luiz Gonzaga de Souza, Jonas Alberto Zandonadi, Breno Bessa Cesar Dutra, Lucio Martins Nalepa, Volnei Donizete Nunes, Julio Cesar Waltrick, João Cesar Silveira, Edi Nicolau Correa, José Kauling Sobrinho, Marcelo Cruz de Liz, Jorge Amilton de Souza, Leandro Macedo e Evandro Proença de Sá.

OBJETIVOS:

                

 

I – Obter a representatividade dos produtores junto a empresas, para busca de preços justos para os produtores;

II – Atuar na relação produtor-comprador-mercado consumidor, para definir as exigências do mercado e os programas de qualidade, que estão sendo quesitos no processo de produção;

III – Divulgar os preços do produto, publicados através de Centrais de abastecimentos, Cooperativas, Supermercados e Empresas Compradoras;

IV – Pleitear junto às autoridades governamentais que, nos recursos obtidos para atividade, a garantia seja o penhor da safra ou o próprio investimento financiado;

V – Estabelecer convênios com instituições financeiras, escritórios de planejamento, farmácias, supermercados, agropecuárias e outros estabelecimentos comerciais para desconto nas compras efetuadas pelos produtores associados;

VI – Elevar o consumo do produto, mediante campanhas de marketing;

VII – Fiscalizar a qualidade e oferta do produto no mercado consumidor;

VIII – Instalar uma central de consulta de cadastro de empresas compradoras;

IX – Manter as valorizações da atividade a fim de elevar a auto – estima de produtor e sua família;

– Manter o produtor informado a cerca dos acontecimentos relativos ao comércio da fruta no Brasil e no exterior;

XI – Promover eventos profissionalizantes em parceria com outras instituições;

 

Hoje a Associação conta com 1318 associação da Região, onde destes 95% tem área de pomar até 5ha e 81% até 10ha.

 

AÇÕES IMPLEMENTADAS

            – Assinatura do TAC da Fruticultura

– Aumento do Subsidio Federal para o Seguro Agrícola

– Levantamento do preço da maçã nos grandes centros de comercialização do País

– Apoio a Festa da Colheita (Luizinho)

– Alteração nos Artigos 12 e 15 do Estatuto da entidade

– Intervenção para a regulamentação mais adequada da Lei dos Campos de Altitude

– Apoio e participação nos Senafrutis

– Participação nos diversos Dias de Campo

– Representatividade junto a ABPM

 

AÇÕES EM ANDAMENTO         

  • Cooperativa de Crédito
  • Participação nas reuniões sobre a Criação do Corredor Ecológico
  • Indicação Geográfica
  • Cursos Senar
  • Subsídio Estadual para o Seguro Agrícola
  • Balcão de Emprego
  • Criar Interposto de Armazenagem e Comercialização
  • Carteirinha AMAP para empregados dos fruticultores
  • Buscar o reconhecimento da AMAP, junto a Câmara Municipal de Vereadores, como entidade de utilidade publica.
  • O tribunal Regional Federal da 4ª Região proibiu o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná de multar agricultores familiares por falta de agrônomos nas propriedades. A decisão liminar foi baseada na Lei no 326, aprovada em 24 de agosto de 2006. (Fonte: Agrol, 04/10/2006). A AMAP já esta se mobilizando para entender melhor dessa decisão e saber até onde vai sua abrangência.

 

 

História da Macieira em Santa Catarina e na Região Serrana

 

Em 1913, em um diagnóstico do Ministério da Agricultura sobre as condições de agricultura dos municípios do Estado de Santa Catarina, o Serviço de Inspeção e Defesa Agrícola do Ministério da Agricultura destacava que em São Joaquim encontrão árvores frutíferas, pessegueiros, macieiras, ameixeiras, marmeleiro e figueiras produzindo muito boas frutas.

No Estado de Santa Catarina, provavelmente em dos primeiros pomares a ser implantado foi o de J. Amaral, no município de Bom Jardim da Serra em 1940.

Na década de 50, na região de São Joaquim, observava-se a existência de pequenos pomares domésticos com maçãs conhecidas como “Pêro de Maio”. “Segundo Martins (Pesquisador da Epagri) em 1952, percorrendo os distritos de São Joaquim, Bom Jardim, Urubici, Urupema, as frutíferas de clima temperado vegetam ali quase em estado semi-selvagem, produzindo frutos, que equivalem em sabor, aroma e tamanho aos melhores do mundo.” O autor relato que pouco se sabe da origem e de como se deu a introdução dessas espécies e variedades, “muitas delas vivem naquele meio há mais de século, e outras há 25 e 30 anos.

Em São Joaquim, em 1968 eram plantadas 2000 mudas na propriedade de Rogério Campos , em 1969 mais 10 mil.

Na Estação de Pesquisas de São Joaquim as primeiras macieiras foram plantadas em 1942.

O desenvolvimento comercial da cultura da macieira inicio-se na década de 70, impulsionado pelo pioneirismo de alguns agricultores e apoio decisivo do Estado d Santa Catarina. Desse modo no ano de 1970, iniciou-se a execução do Profit, cujas metas naquela época previam um plantio, até 1975, de 3.150ha de macieiras. Este foi o marco decisivo para a implantação do negócio da maçã no Estado e no Brasil, cujo país passou da categoria de importador para exportador para várias partes do mundo.